O certo é o certo, mesmo que ninguém esteja fazendo!
No meu primeiro trabalho como gestor no setor financeiro, ouvi uma proposta "genial": reduzir impostos e criar um caixa dois que dificilmente seria descoberto.
A minha resposta foi simples e definitiva:
"O certo é o certo, mesmo que ninguém esteja fazendo."
E a lição ficou para sempre para aquele colaborador, tenho certeza.
Honestidade não é moralismo. É estratégia.
Fraudar balanços engana credores, mas também engana a própria empresa. Distorce bônus, esconde incompetência e destrói a capacidade de decidir bem.
Manipular números fragiliza controles, cria reféns internos e amplia crises.
A visão do longo prazo sempre mostra que está cada vez mais difícil ir por este caminho.
E não é puritanismo, é ética e princípio. Falar e fácil, difícil é sustentar o discurso... Mas no final das contas, as melhores operações são aquelas que a a transparência foi pano de fundo o tempo todo.
Nas negociações de M&A não é diferente, pois a linha que separa a desorganização da má fé é muito tênue.
Para não falir, comece pelo básico: seja honesto com os números, com as pessoas e consigo mesmo.
Honestidade dá menos manchete, mas sustenta empresas no longo prazo.
Think about it!